O retalho Amarante (1986) é um retalho fasciocutâneo, pediculado, peninsular, baseado em pedículo perfurante distal da artéria tibial posterior. A respeito desse retalho, pode-se afirmar:
- Trata-se de retalho em ilha.
- É um propeller flap (retalho em hélice).
- Pode ser aplicado no revestimento cutâneo do joelho.
- É classificado como tipo ‘B’ modificado na classificação de Cormack & Lamberty (1984).
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Conceito-chave
O retalho descrito por Amarante é uma opção distalmente baseada na face medial da perna. Perfurantes da artéria tibial posterior permitem transferir tecido fasciocutâneo para defeitos distais. Na descrição original, duas perfurantes constantes foram identificadas em dissecções, e o desenho foi usado para cobertura regional.
O enunciado especifica um retalho peninsular. Isso significa que permanece uma ponte de tecido com a área doadora. Um retalho em ilha tem a pele completamente separada ao redor e mantém conexão pelo pedículo; um propeller roda a ilha sobre uma perfurante. São configurações distintas, ainda que compartilhem vascularização por perfurantes.
Na classificação modificada citada pela prova, a variante pertence ao tipo B. A identificação depende de qual modificação é utilizada: nomes de classificações não devem apagar o desenho e a base vascular descritos no caso.
Como a base é distal, o arco de alcance favorece a região distal da perna e tornozelo, não o joelho. Planejamento exige perfurantes íntegras, tecido viável e mobilidade suficiente; a existência anatômica do vaso não garante segurança após trauma local.
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