Assinale, entre as situações a seguir, a melhor indicação para a realização do reimplante.
- Desluvamento por anel com preservação da inserção do flexor superficial em paciente jovem.
- Dedo longo único ao nível da Zona 2 flexora de Verdan.
- Macrorreimplante (proximal a articulação radiocárpica) com 26 horas de isquemia fria, sendo a parte amputada corretamente acondicionada.
- Dedo indicador amputado no nível da articulação metacarpofalângica.
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Conceito-chave
Indicação de reimplante depende do valor funcional esperado e da condição do segmento, não apenas da possibilidade técnica de suturar vasos. Polegar, múltiplos dedos e amputações em crianças são situações favoráveis clássicas. Em lesões por anel, nível e preservação das estruturas mudam o prognóstico.
O jovem com inserção do flexor superficial preservada pode manter uma articulação interfalângica proximal útil após reconstrução, conforme extensão do dano. O desluvamento por anel pode causar avulsão vascular longa, exigindo ressecção e enxertos; a alternativa A é a melhor entre as apresentadas, não uma garantia de bom resultado para qualquer avulsão.
O dedo longo único em zona II pode resultar rígido e interferir na preensão dos demais. A decisão é individualizada, sobretudo em amputação proximal do indicador. Um dedo vivo, mas rígido e doloroso, não equivale a função recuperada.
Macrorreimplantes contêm músculo, que tolera menos isquemia que um dedo. Vinte e seis horas de isquemia fria ultrapassam a referência usual para segmentos musculares e aumentam preocupação com necrose e reperfusão. Acondicionamento correto é necessário, mas não torna qualquer tempo seguro.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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