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Questão de Fraturas dos metacarpos e falanges (USP-SP 2025)

Mão e punhoFraturas dos metacarpos e falangesUSP-SP 2025

Em uma criança com descolamento epifisário da falange proximal e interposição de tecido mole, qual a conduta mais adequada?

  1. Redução aberta e remoção do tecido interposto.
  2. Redução fechada e imobilização.
  3. Tração e redução gradual.
  4. Observação e acompanhamento.
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Gabarito: A · Redução aberta e remoção do tecido interposto.

Conceito-chave

Tecido mole interposto transforma uma fratura potencialmente redutível numa lesão com bloqueio mecânico. No descolamento epifisário, a separação ocorre na região da fise. Tendão, periósteo ou outro tecido pode ocupar o espaço e impedir que os fragmentos voltem à posição.

A presença de interposição já foi dada no enunciado. Portanto, a dúvida não é apenas quanto tempo imobilizar: é como remover a barreira à redução. A abordagem aberta permite identificar e liberar o tecido preso, obter alinhamento e avaliar estabilidade. Fixação adicional depende do padrão e da estabilidade obtida.

A manipulação deve preservar a fise e sua irrigação. Manobras repetidas ou força excessiva podem aumentar lesão dos tecidos sem vencer o bloqueio. Após a redução, é necessário acompanhamento de consolidação, alinhamento e crescimento, porque uma fise traumatizada pode desenvolver alteração tardia.

Redução fechada é apropriada em muitas fraturas pediátricas, mas sua preferência habitual não se sobrepõe a uma interposição demonstrada. O princípio é conseguir redução segura, e não insistir numa técnica menos invasiva que já não consegue resolver a causa.

Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.

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