Observe as imagens a seguir: A respeito da lesão ilustrada, é correto afirmar:


- Pode ser abordada por via dorsal, via volar ou ambas combinadas.
- A interposição do ligamento colateral radial inviabiliza a redução incruenta.
- A polia A2 deve ser incisada para possibilitar a redução articular.
- O feixe digital ulnar usualmente apresenta-se subcutâneo e sob risco no acesso cirúrgico por via volar.
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Conceito-chave
As radiografias mostram uma luxação dorsal metacarpofalângica complexa. A falange está deslocada em relação à cabeça metacarpal; estruturas interpostas, sobretudo a placa volar, podem impedir redução fechada. Tração insistente não corrige uma barreira mecânica e pode piorar a interposição.
A anatomia da luxação complexa inclui a cabeça metacarpal aprisionada entre estruturas de partes moles. A placa volar pode ficar interposta no espaço articular; os tendões e músculos vizinhos contribuem para o encarceramento. Não se deve atribuir o bloqueio de rotina ao ligamento colateral radial.
A redução aberta pode ser realizada por acesso dorsal, volar ou combinação. O dorsal facilita visualizar a placa interposta e tende a evitar a exposição direta dos feixes deslocados. O volar permite abordar os tecidos da face palmar, mas exige atenção aos nervos digitais, cuja posição está alterada.
Uma luxação deve ser distinguida de lesão fisária ou fratura associada antes da manobra. Após redução, verificar estabilidade, congruência e função dos tendões. O objetivo é remover a interposição com o menor dano adicional, não obter alinhamento à custa de cortes sem relação com o bloqueio.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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