Uma paciente de 66 anos de idade sofreu queda da própria altura com trauma em punho esquerdo. Apresentava dor e deformidade e, ao realizar radiografias, foi evidenciada uma fratura da porção distal do rádio esquerdo. Considerando esse caso clínico e os conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir. Julgue o item: Uma fratura da porção distal do rádio intra-articular e não desviada é classificada como tipo III, segundo a classificação universal.
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Conceito-chave
Classificação universal das fraturas do rádio distal (Rayhack, modificada por Cooney). É prática porque se baseia em duas perguntas: a fratura é intra-articular? Está desviada? E, nas extra-articulares desviadas, ela é redutível e estável?
| Tipo | Descrição |
|---|---|
| I | Extra-articular, sem desvio |
| II | Extra-articular, com desvio |
| III | Intra-articular, sem desvio |
| IV | Intra-articular, com desvio |
Subdivisões dos tipos II e IV.
- A: redutível e estável.
- B: redutível, mas instável.
- C: irredutível.
- D (no tipo IV): complexa (cominuição grave, alta energia).
Orientação de tratamento.
- Tipos I e III: imobilização (gesso), já que não há desvio a corrigir.
- Tipo IIA: redução fechada e gesso.
- Tipos IIB, IIC, IVA, IVB, IVC: fixação percutânea, placa volar ou fixador externo, conforme o caso.
- Tipo IVD: abordagens combinadas.
Contraste com outras classificações. A AO é mais detalhada (A extra-articular, B articular parcial, C articular completa) e melhor para pesquisa; a de Frykman é descritiva (envolvimento radiocárpico, radioulnar distal e da estiloide ulnar), mas não orienta o tratamento.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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