Na dissociação escafossemilunar, o estágio 3 de Garcia-Elias é caracterizado pela dissociação
- reparável;
- irreparável, com alinhamento normal do escafoide e semilunar;
- irreparável, com subluxação rotatória do escafoide, redutível;
- irreparável, com subluxação rotatória do escafoide, irredutível.
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Conceito-chave
O estágio III de Garcia-Elias combina dois dados que precisam ser separados: o ligamento escafossemilunar é irreparável, mas o alinhamento do escafoide e do semilunar ainda é normal. A falta de tecido para sutura não implica obrigatoriamente que o carpo já esteja deformado.
O algoritmo avalia reparabilidade, posição dos ossos, redutibilidade de eventual deformidade e estado da cartilagem. No II, o ligamento ainda é reparável. No IV, o ligamento é irreparável e já há desalinhamento rotatório, mas ele pode ser reduzido. A deformidade irredutível constitui uma situação posterior no algoritmo terapêutico.
Essa gradação explica por que nem toda lesão crônica recebe a mesma operação. Para o III, o resumo apresenta capsulodeses e ligamentoplastias, enquanto o desalinhamento redutível do IV exige reconstruir mantendo a redução. Não há gabarito oficial registrado; a resposta provável se baseia no resumo do Rockwood and Green, 10ª edição, capítulo 44, seção Dissociação escafossemilunar.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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