Não é um fator relacionado a impacto negativo, a sobrevivência de reimplantes digitais
- Diabetes mellitus;
- mecanismo de amputação;
- tabagismo;
- idade do paciente.
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Conceito-chave
Esta prova (PUC-SP 2023) não tem gabarito oficial confiável no acervo; a resposta indicada é a que a bibliografia sustenta.
A sobrevivência de reimplantes digitais depende principalmente do mecanismo de lesão e de fatores do paciente que prejudicam a microcirculação.
Fatores com impacto negativo descrito
| Fator | Efeito |
|---|---|
| Mecanismo | Corte limpo (guilhotina) sobrevive mais; esmagamento e avulsão muito menos (lesão extensa da íntima) |
| Tabagismo | Vasoconstrição, maior trombose; pior sobrevida |
| Diabetes | Microangiopatia, pior sobrevida |
| Nível (zona) | Amputações muito distais têm vasos menores, mas resultados funcionais bons |
| Número de veias reparadas | Mais veias, melhor sobrevida |
| Tempo de isquemia | Importante em amputações com músculo |
| Uso de enxerto venoso | Necessário em avulsões; melhora a sobrevida quando há lesão extensa |
A idade
A idade, por si, não é considerada fator independente de má sobrevivência na maioria dos estudos: crianças têm vasos pequenos, mas excelente recuperação funcional (e o reimplante é indicado em quase todas as amputações infantis); idosos podem ser reimplantados se a saúde geral permitir. Por isso a idade é a alternativa que não se relaciona a impacto negativo.
Indicações clássicas de reimplante
Polegar, múltiplos dedos, amputação transmetacarpal, punho e antebraço, qualquer amputação em criança, dedo isolado distal ao flexor superficial (zona I).
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