Quanto à paroníquia aguda, podemos afirmar que
- é a segunda infecção mais comum da mão;
- afeta homens três vezes mais comumente que mulheres;
- a ruptura da barreira entre a prega ungueal e a placa ungueal permite a introdução de bactérias no tecido ao redor da unha;
- raramente são infecções mistas e o organismo infectante mais comum é o S. aureus.
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Conceito-chave
Esta prova (PUC-SP 2023) não tem gabarito oficial confiável no acervo; a resposta indicada é a que a bibliografia sustenta.
A paroníquia aguda é a infecção mais comum da mão. Ela acontece quando a barreira entre a prega ungueal (eponíquio e paroníquio) e a placa ungueal se rompe, por manicure, roer unhas, unha encravada, cutículas arrancadas ou pequenos traumas, e bactérias entram no tecido ao redor da unha.
Epidemiologia e microbiologia
- a infecção mais comum da mão (não a segunda);
- mais frequente em mulheres (manicure, trabalhos manuais com umidade);
- S. aureus é o agente mais comum; infecções mistas são frequentes, principalmente em crianças que chupam o dedo ou adultos que roem as unhas (flora oral, anaeróbios, estreptococos).
Evolução
- celulite da prega (vermelhidão, dor);
- abscesso na prega lateral;
- pode contornar a base da unha (paroníquia em ferradura) ou ir para baixo da unha (abscesso subungueal);
- pode progredir para panarício ou, raramente, para osteomielite da falange distal.
Tratamento
- sem abscesso: imersões em água morna, antibiótico (cefalexina; amoxicilina-clavulanato se flora oral provável);
- com abscesso: drenagem elevando a prega ungueal ou removendo a borda lateral da unha;
- subungueal: retirada parcial ou total da placa;
- diferencial: panarício herpético (vesículas; não drenar) e paroníquia crônica.
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