Em relação às anomalias congênitas:
- Anomalias congênitas afetam de 10% dos recém-nascidos.
- As anormalidades cardíacas ficam em segundo lugar.
- A causa mais comum são os teratógenos.
- As anormalidades dos membros ficam em segundo lugar.
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Conceito-chave
Anomalias congênitas maiores afetam cerca de 2% a 3% dos recém-nascidos. As malformações cardíacas são as mais frequentes, e as dos membros ficam em segundo lugar.
Dados epidemiológicos
- anomalias congênitas: cerca de 2% a 3% dos nascidos vivos (não 10%);
- cardíacas em primeiro lugar;
- membros em segundo lugar (cerca de 1 em 500 a 600 nascimentos tem alguma anomalia do membro superior);
- causas: a maioria é desconhecida/multifatorial; genéticas (cromossômicas e monogênicas) respondem por boa parte; os teratógenos respondem por uma fração pequena (talidomida, valproato, varfarina, álcool, diabetes materno, isotretinoína).
Anomalias congênitas da mão mais comuns
- polidactilia (pós-axial é a mais comum em afrodescendentes; pré-axial, duplicação do polegar, em asiáticos e caucasianos);
- sindactilia;
- camptodactilia e clinodactilia (muitas vezes leves e não registradas).
Classificação
A classificação OMT (Oberg, Manske e Tonkin), adotada pela IFSSH, substituiu a de Swanson. Ela organiza as anomalias em malformações (falha de formação ou diferenciação, por eixo: proximal-distal, radioulnar, dorsoventral), deformações (banda de constrição, artrogripose), displasias (tumorais, como encondromatose, e hipertróficas) e síndromes.
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