A forma mais comum do nó sigmoide é
- Plano.
- Ski slope.
- “C”.
- “S”.
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Conceito-chave
A fossa sigmoide (incisura ulnar do rádio) é a superfície do rádio que articula com a cabeça da ulna. Sua forma, estudada por Tolat em cortes transversais, influencia a estabilidade óssea da radioulnar distal.
| Forma | Prevalência aproximada | Contenção óssea |
|---|---|---|
| Plana | Cerca de 42% | Mínima |
| Em C | Cerca de 30% | Boa |
| Rampa de esqui (ski slope) | Cerca de 14% | Intermediária |
| Em S | Cerca de 14% | Intermediária |
Por que a radioulnar distal depende das partes moles
A cabeça da ulna tem raio de curvatura maior que o da fossa sigmoide, então as superfícies não se encaixam: durante a pronossupinação, a ulna roda e também translada (dorsal na pronação, volar na supinação). Só cerca de 60% da superfície articular fica em contato em posição neutra, e bem menos nos extremos de rotação. A estabilidade vem principalmente dos ligamentos radioulnares (com as fibras foveais), da bainha do extensor ulnar do carpo, do pronador quadrado e da membrana interóssea.
Consequência prática
Em uma fossa plana, o reparo do complexo da fibrocartilagem triangular sustenta sozinho a estabilidade, e a falha é mais provável. Nesses casos, alguns cirurgiões associam a osteoplastia da borda da fossa sigmoide.
(O termo "nó sigmoide" da questão se refere à incisura sigmoide do rádio.)
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