Um sinal radiográfico patognomônico da dissociação lunipiramidal é o
- Sinal de Garcia-Elias.
- Sinal da Gaivota.
- Sinal de Kleinmann.
- Sinal de Peregrine.
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Conceito-chave
A dissociação semilunopiramidal (lunopiramidal) é a ruptura do ligamento entre o semilunar e o piramidal, a segunda instabilidade dissociativa mais comum do carpo, depois da escafossemilunar. Sozinha costuma ser discreta na radiografia, e o diagnóstico exige atenção a sinais sutis.
Sinais radiográficos
| Incidência | Sinal |
|---|---|
| PA | Quebra dos arcos de Gilula entre semilunar e piramidal (degrau); o desenho do arco interrompido é o chamado sinal da gaivota |
| PA | Semilunar com aspecto triangular (fletido) |
| Perfil | VISI (semilunar fletido): ângulo escafossemilunar menor que 30 graus, ângulo capitossemilunar aumentado |
| Perfil | O intervalo semilunopiramidal raramente se alarga (diferente do Terry Thomas da escafossemilunar) |
Exame clínico
- teste do balotamento (Reagan): estabilizar o semilunar e mover o piramidal em sentido dorsal e volar, procurando dor e frouxidão;
- teste de cisalhamento (Kleinman): pressão do pisiforme em direção dorsal contra o semilunar estabilizado;
- teste de compressão ulnar (Linscheid).
Diagnóstico definitivo e tratamento
- artroscopia (classificação de Geissler);
- lesões parciais e estáveis: órtese, infiltração, desbridamento artroscópico;
- instabilidade: reparo ou reconstrução ligamentar, artrodese semilunopiramidal, ou encurtamento da ulna (que tensiona os ligamentos ulnocarpais e ajuda a estabilizar, sobretudo com variância positiva).
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