Em relação ao retalho lateral do braço, o defeito na área doadora pode ser fechado diretamente se a falha (gap) é de até
- 7 cm.
- 9 cm.
- 10 cm.
- 12 cm.
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Conceito-chave
O retalho lateral do braço é fasciocutâneo, baseado na artéria colateral radial posterior, e a área doadora fecha primariamente quando a ilha tem até cerca de 6 a 7 cm de largura. Mais que isso exige enxerto de pele, com pior estética e risco de exposição de estruturas.
Como estimar o fechamento primário
A regra de prova é: até cerca de 7 cm de largura no braço de um adulto de porte médio. Na prática, faz-se o teste do pinçamento (pinch test) antes da cirurgia: a largura de pele que se consegue pinçar sem tensão é a largura que fecha primariamente. Braços magros ou musculosos toleram menos.
Pontos-chave do retalho
- pedículo: colateral radial posterior, no septo intermuscular lateral (entre o tríceps e o braquial/braquiorradial), com cerca de 6 a 8 cm de comprimento;
- nervos: cutâneo posterior do braço (sensibilidade da ilha) e cutâneo posterior do antebraço (geralmente sacrificado, deixando dormência na face posterior do antebraço);
- nervo radial: próximo do pedículo proximalmente, deve ser protegido;
- componentes possíveis: osso do úmero (até cerca de 10 cm e 25% da circunferência), tendão do tríceps, fáscia;
- variações: retalho lateral do braço estendido (incluindo pele do antebraço proximal, mais fina) e retrógrado (pedículo distal) para o cotovelo.
Vantagens e desvantagens
Não sacrifica artéria principal do membro e é retirado no mesmo campo da cirurgia da mão; mas deixa cicatriz visível e pode ser volumoso em obesos.
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