Baseado na classificação de Wassel para duplicação do polegar, o tipo mais comum é
- I.
- III.
- IV.
- V.
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Conceito-chave
A duplicação do polegar (polidactilia pré-axial) é classificada por Wassel conforme o nível em que o esqueleto se duplica. Números ímpares indicam duplicação parcial (bífida); pares, completa até a articulação.
Classificação de Wassel
| Tipo | Nível | Frequência aproximada |
|---|---|---|
| I | Falange distal bífida | 2% |
| II | Falange distal duplicada | 15% |
| III | Falange proximal bífida | 6% |
| IV | Falange proximal duplicada (articulando num metacarpo comum) | 43%, o mais comum |
| V | Metacarpo bífido | 10% |
| VI | Metacarpo duplicado | 4% |
| VII | Com polegar trifalângico | 20% |
A classificação de Rotterdam (Zuidam) amplia a de Wassel para incluir as formas trifalângicas e triplicações.
Princípios de tratamento
- momento: em geral entre 9 e 18 meses;
- não é só retirar o polegar extra: os dois componentes costumam ser hipoplásicos, e o polegar mantido precisa de reconstrução;
- no tipo IV (o clássico): ressecar o componente radial (geralmente o menor), preservando o colateral radial e a inserção do abdutor curto, que são transferidos para o polegar mantido; centralizar os tendões flexores e extensores (frequentemente desviados, a "pollex abductus"); osteotomias para corrigir desvios angulares na falange ou no metacarpo; estreitar a cabeça do metacarpo larga;
- Bilhaut-Cloquet: combinação dos dois polegares (metade de cada), para duplicações simétricas e hipoplásicas; risco de deformidade da unha e da fise;
- complicações: instabilidade da articulação, desvio angular residual (deformidade em Z), rigidez e unha irregular.
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