Durante a redução na fratura de Galeazzi, a estrutura mais comumente interposta e que dificulta a redução é o
- Extensor radial curto do carpo.
- Flexor ulnar do carpo.
- Flexor radial do carpo.
- Extensor ulnar do carpo.
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Conceito-chave
Na Galeazzi irredutível, o extensor ulnar do carpo é o tendão classicamente interposto. A fratura radial vem associada ao comprometimento da radioulnar distal. Depois da osteossíntese, se a articulação não reduz, deve-se conferir antes se o rádio foi reconstruído anatomicamente; o rádio mal reduzido é a causa habitual de incongruência persistente.
Com a geometria corrigida, a interposição passa a explicar o bloqueio mecânico. Além do extensor ulnar, o resumo cita outros extensores, periósteo e fragmento foveal como obstáculos possíveis. A pergunta seleciona a estrutura clássica entre as alternativas, sem autorizar dizer que só existe um mecanismo de irredutibilidade.
A redução aberta é descrita por acesso dorsal, permitindo retirar o obstáculo e tratar o complexo distal. Isso difere de uma radioulnar que reduz, mas fica instável: nessa situação, pode ser necessária fixação temporária com fios e eventual reparo. Bloqueio de redução e instabilidade residual exigem raciocínios diferentes.
Na Biblioteca, leia “Radioulnar distal irredutível”. Compare o tendão que pode ocupar o espaço articular com os músculos que apenas deformam o foco radial. Sem essa separação, um nome conhecido do acesso pode ser confundido com a causa do bloqueio.
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