No retalho lateral do braço, pode-se utilizar segmento vascularizado do úmero de até:
- 10 cm e 25% da circunferência.
- 5 cm e 30% da circunferência.
- 10 cm e 30% da circunferência.
- 5 cm e 25% da circunferência.
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Conceito-chave
O retalho lateral do braço é um retalho fasciocutâneo (e possivelmente osteofasciocutâneo) baseado na artéria colateral radial posterior, ramo terminal da artéria profunda do braço, que corre no septo intermuscular lateral, entre o tríceps e o braquial/braquiorradial.
Características
- ilha de pele desenhada sobre o septo intermuscular lateral, do terço distal do braço até o epicôndilo lateral; largura de até cerca de 6 a 7 cm com fechamento primário;
- pedículo de cerca de 6 a 8 cm (pode ser alongado com a dissecção proximal da profunda do braço);
- nervo sensitivo: cutâneo posterior do braço (inerva a ilha); o cutâneo posterior do antebraço corre junto e sua secção deixa dormência na face posterior do antebraço;
- nervo radial: acompanha o pedículo na região proximal do septo; precisa ser identificado e protegido;
- componente ósseo: um segmento da borda lateral do úmero distal pode ser retirado com o septo, com até cerca de 10 cm de comprimento e 25% da circunferência, sem enfraquecer demais o úmero.
Usos
- retalho livre para cobertura de mão (dorso, primeiro espaço), face e cabeça e pescoço (fino, sem pelos na maioria);
- pediculado distal (retrógrado) pela anastomose com a recorrente radial, para defeitos do cotovelo;
- versão osteocutânea para pequenos defeitos ósseos (por exemplo, metacarpos).
Vantagens: não sacrifica artéria principal do membro, pode ser retirado no mesmo campo da cirurgia da mão. Desvantagens: cicatriz visível no braço, pedículo curto, dormência no antebraço.
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