A incidência de Brewerton para melhor visualização do contorno articular das fraturas que envolvem a cabeça dos metacarpeanos, é realizada com:
- MF fletida 65o e angulação do raio de 15o de ulnar para radial.
- MF fletida 15o e angulação do raio de 45o de ulnar para radial.
- MF fletida 15o e angulação do raio de 65o de ulnar para radial.
- MF fletida 45o e angulação do raio de 15o de ulnar para radial.
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Conceito-chave
Brewerton coloca a cabeça metacarpal em uma projeção que ajuda a revelar pequenos fragmentos articulares. A rotina radiográfica da mão usa frente, perfil e oblíqua, mas a cabeça do metacarpo pode exigir uma incidência dirigida. O dorso dos dedos fica apoiado no chassi, com as MCF fletidas em cerca de 65°.
O raio central é angulado em 15° de ulnar para radial. A combinação entre flexão da MCF e obliquidade do feixe permite ver o contorno articular e o recesso do colateral, ajudando a detectar pequenas fraturas e avulsões. Inverter o sentido do raio ou usar apenas pequena flexão não reproduz a técnica descrita.
É útil separar três elementos: qual segmento apoia, quanto a MCF flete e para onde o feixe inclina. A angulação de 15° pertence ao raio, não à flexão da MCF. A incidência de Roberts, mencionada no mesmo resumo, se destina à CMC do polegar e não deve ser usada como sinônimo de Brewerton.
Leia “Imagem: a incidência de Brewerton”, na seção dos metacarpos do resumo do Rockwood & Green, 10ª edição, capítulo 45.
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