A complicação mais comum das fraturas de falange é:
- Infecção.
- Consolidação viciosa.
- Pseudoartrose.
- Lesão tendínea.
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Conceito-chave
A rigidez é a complicação predominante das fraturas das falanges, sobretudo após cirurgia. A falange proximal e a média ficam intimamente relacionadas aos tendões e às cápsulas articulares. Trauma de partes moles, fratura articular, cicatriz cirúrgica e imobilização prolongada podem reduzir o deslizamento dos tendões e contrair a articulação. O resultado prático é perda de movimento, frequentemente percebida como limitação da flexão.
O resumo do Rockwood & Green, 10ª edição, capítulo 45, explica que aderência do extensor pode bloquear flexão ativa e passiva e comprometer extensão ativa. Fixar o osso sem permitir mobilização adequada não resolve toda a função do dedo: a estabilidade precisa servir à recuperação do movimento. Por isso o capítulo enfatiza fixação estável, preservação de partes moles e terapia da mão.
Consolidação viciosa, encurtamento, rotação e pseudartrose também podem prejudicar o resultado, mas são problemas diferentes. Rotação provoca cruzamento dos dedos e exige atenção mesmo quando o osso parece pouco angulado. A pergunta não pede a complicação que mais exige correção óssea; pede a mais frequente depois da cirurgia.
Leia “Consolidação viciosa e rigidez”, na seção das falanges do resumo “Fraturas e luxações da mão”, para relacionar adesão tendínea, contratura e prevenção.
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