Qual é o tipo mais comum das fraturas do pisiforme?
- Transversa.
- Parasagital.
- Cominuta.
- Impacção.
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Conceito-chave
O pisiforme é um osso sesamoide dentro do tendão do flexor ulnar do carpo, e articula com o piramidal. Suas fraturas são raras (cerca de 1% a 2% das fraturas do carpo) e frequentemente passam despercebidas.
Mecanismo e tipos
- trauma direto (queda sobre a borda ulnar da palma, impacto com objetos), o mais comum;
- avulsão por contração do flexor ulnar do carpo com o punho em extensão.
Tipos descritos: transversa (a mais comum), parassagital, cominutiva e por impacção (osteocondral, na faceta piramidal). Muitas vezes há lesões associadas (rádio distal, hamato, outros ossos do carpo), o que distrai do diagnóstico.
Diagnóstico
As incidências habituais não mostram bem o pisiforme. Pedir:
- oblíqua em supinação de cerca de 30 graus (perfil oblíquo), que isola o pisiforme;
- incidência do túnel do carpo;
- tomografia nos casos duvidosos.
Relações anatômicas que importam
O pisiforme forma a parede ulnar do canal de Guyon, junto com o hâmulo do hamato. Fraturas e artrose pisopiramidal podem comprimir o nervo ulnar (síndrome do canal de Guyon), e o tendão do flexor ulnar do carpo pode ter tendinite calcárea junto à sua inserção.
Tratamento
Imobilização por 4 a 6 semanas na maioria. Pseudartrose sintomática ou artrose pisopiramidal dolorosa: excisão do pisiforme (subperiosteal, preservando a continuidade do flexor ulnar do carpo), com bons resultados funcionais.
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