O Ligamento Retinacular Oblíquo se insere:
- Dorsalmente no tendão terminal.
- Dorsalmente no tendão central.
- Volar na base da falange distal.
- Volar na bainha dos tendões flexores.
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Conceito-chave
O ligamento retinacular oblíquo (de Landsmeer) liga a extensão da IFP à da IFD. Ele nasce volarmente, na bainha flexora e na face lateral da falange proximal (perto da polia A2 e da C1), passa volar ao eixo da IFP e dorsal ao eixo da IFD, e se insere dorsalmente no tendão terminal.
Como funciona: quando a IFP estende, o ligamento fica tenso (porque passa volar ao eixo) e puxa o tendão terminal, ajudando a estender a IFD. Isso coordena o movimento das duas articulações.
Na clínica:
- contratura do ligamento retinacular oblíquo (teste de Haines-Zancolli): com a IFP estendida, a IFD não flete; com a IFP fletida, flete;
- na botoeira crônica, o ligamento retraído mantém a IFD em hiperextensão;
- reconstrução do retinacular oblíquo (por exemplo, com enxerto em espiral de Thompson) é uma opção para o pescoço de cisne e para o martelo crônico.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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