As fraturas diafisárias no antebraço da criança têm seu pico de incidência entre:
- 5 e 7 anos.
- 8 e 10 anos.
- 10 e 12 anos.
- 12 e 14 anos.
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Conceito-chave
As fraturas diafisárias dos ossos do antebraço na criança têm pico na pré-adolescência e adolescência, por volta dos 12 a 14 anos (em meninos, frequentemente ligado a esportes), enquanto as fraturas metafisárias distais do rádio predominam um pouco antes e são as mais comuns no geral.
Aceitação de desvio após redução fechada (aproximada):
| Idade | Angulação | Rotação | Translação |
|---|---|---|---|
| Até 9 anos | Até 15 graus | Até 45 graus | Completa aceitável |
| 9 anos ou mais | Até 10 graus | Até 30 graus |
O remodelamento é maior quanto mais nova a criança e quanto mais perto da fise (distal). A rotação não remodela, e a perda da pronossupinação é a principal preocupação.
Tratamento cirúrgico: fixação intramedular elástica (hastes de titânio) é o padrão nas fraturas instáveis ou irredutíveis; placas em adolescentes maiores ou fraturas cominutivas.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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