Entre as lesões citadas a seguir, qual não se enquadra na instabilidade dorsal do segmento intercalado (DISI)?
- Dissociação escafosemilunar.
- Fratura desviada do escafoide.
- Dissociação lunopiramidal.
- Pseudartrose do escafoide.
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Conceito-chave
DISI é a instabilidade dorsal do segmento intercalado: o semilunar fica em extensão. Seu equilíbrio depende da tendência flexora do escafoide e da tendência extensora do piramidal. Se a ligação funcional com o escafoide é perdida, a influência do piramidal passa a predominar.
Essa perda pode acontecer por ruptura escafossemilunar, por fratura desviada do escafoide ou por sua pseudartrose. Na fratura instável, a separação permite que o fragmento distal fleta, enquanto o proximal, ligado ao semilunar, estende. A pseudartrose mantém a interrupção da ponte mecânica e favorece esse desalinhamento.
A ruptura lunopiramidal atua no lado oposto: retira a contenção extensora e favorece VISI, com o semilunar em flexão. A fonte ressalta que a deformidade lunopiramidal fixa exige também falha de estabilizadores secundários; uma lesão isolada não garante VISI estático. Conteúdo consultado no resumo do Rockwood and Green, 10ª edição, capítulo 44, seções de instabilidade, pseudartrose do escafoide e dissociação lunopiramidal.
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