Em relação à biomecânica do carpo, quando se realiza o desvio radial do punho observa-se:
- verticalização do escafoide.
- horizontalização do escafoide.
- giro do semilunar para o lado dorsal.
- giro do piramidal para dorsal e lateral.
Ver gabarito e conceito-chave
Conceito-chave
No desvio radial do punho, o escafoide flete e se horizontaliza. Ao aproximar trapézio e trapezoide do rádio, o movimento exige acomodação da fileira proximal; o escafoide deita em vez de permanecer verticalizado.
Escafoide, semilunar e piramidal formam um segmento intercalado sem inserção tendínea direta. O movimento é determinado pela geometria articular e pelas conexões ligamentares. Durante o desvio radial, a fileira proximal flete e o capitato estende. No desvio ulnar, o mecanismo se inverte: a forma helicoidal da articulação piramidal-hamato leva o piramidal e o semilunar à extensão.
A distinção entre flexão palmar e extensão dorsal resolve os distratores: não se deve atribuir ao semilunar ou ao piramidal um giro dorsal como resposta característica do desvio radial. Fonte secundária: resumo do Rockwood and Green, 10ª edição, capítulo 44, seção Anatomia ligamentar e cinemática do carpo.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
Ver o comentário completo