Uma lesão do tendão extensor localizada onde existem as conexões intertendinosas, segundo a Federação Internacional da Sociedade de Cirugia de Mão, corresponde à
- Zona II.
- Zona III.
- Zona IV.
- Zona VI.
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Conceito-chave
As zonas dos extensores (Kleinert e Verdan, adotadas pela IFSSH). Numeram-se de distal para proximal; as ímpares ficam sobre as articulações.
| Zona | Região |
|---|---|
| I | Interfalângica distal |
| II | Falange média |
| III | Interfalângica proximal |
| IV | Falange proximal |
| V | Metacarpofalângica |
| VI | Dorso da mão, sobre os metacarpos |
| VII | Punho, sob o retináculo |
| VIII | Antebraço distal |
| IX | Antebraço proximal |
O que são as conexões intertendíneas. As junções tendíneas (juncturae tendinum) são faixas fibrosas oblíquas que ligam os tendões do extensor comum dos dedos no dorso da mão, proximais às metacarpofalângicas. A mais forte liga o extensor do anular aos vizinhos. Elas coordenam a extensão dos dedos e explicam por que é difícil estender o anular isoladamente com os outros fletidos.
Consequência clínica na zona VI. Se um extensor for cortado proximal à junção, o tendão vizinho puxa o coto distal pela junção e o dedo ainda estende, embora com menos força ou com pequeno déficit. O exame pode parecer normal e a lesão passar despercebida. Por isso, toda ferida dorsal da mão deve ser explorada. O prognóstico do reparo nessa zona é bom, pois o tendão é largo, achatado e tem espaço para deslizar.
Uso cirúrgico das junções. Em rupturas por artrite reumatoide ou após fraturas, podem-se suturar tendões rompidos ao vizinho, aproveitando a mesma lógica de transferência de força.
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