A síndrome compartimental por causa de fratura do rádio distal é comumente vista no compartimento
- volar do antebraço.
- dorsal do antebraço.
- tenar da mão.
- hipotenar da mão.
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Conceito-chave
Na fratura do rádio distal, o compartimento volar do antebraço é o padrão destacado. Ele contém flexores do punho e dos dedos e pronadores, além de estruturas nervosas importantes. A pressão elevada nesses tecidos pode produzir dor à extensão passiva do punho e dos dedos, movimento que estira a musculatura ameaçada.
O capítulo conta volar, dorsal e coxim móvel como três grupos do antebraço. A divisão do volar em planos não deve fazer perder a necessidade de avaliar os flexores profundos. Na liberação, a incisão volar costuma alcançar a palma para abrir o túnel do carpo; se a pressão dorsal persistir alta, a descompressão é complementada.
Tenar e hipotenar são compartimentos da mão, não sinônimos de volar do antebraço. Uma mão também pode ter síndrome e precisar de avaliação própria, mas isso não substitui o padrão associado à fratura radial distal da pergunta.
Na Biblioteca, leia “Braço, antebraço e mão” e “Antebraço e mão” da fasciotomia. Relacione o grupo muscular ao estiramento doloroso e à via de descompressão, em vez de localizar a síndrome apenas pela proximidade da fratura com o punho.
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