No tratamento da contratura pós-traumática crônica da interfalangeana proximal, após a liberação da placa volar e a incisão da cápsula da articulação deve ser liberada a seguinte estrutura:
- inserção do tendão flexor superficial.
- ligamento triangular.
- bandas laterais.
- ligamentos colaterais.
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Conceito-chave
A contratura em flexão pós-traumática crônica da IFP é liberada em etapas, testando a extensão após cada passo. A sequência vai das estruturas mais volares e menos importantes para a estabilidade até as mais profundas.
Sequência de liberação (capsulectomia volar)
- bainha flexora entre as polias A2 e A4 (abrir a C1 e a A3);
- ligamentos de contenção (checkrein): extensões proximais da placa volar;
- placa volar (liberação proximal) e cápsula volar;
- ligamentos colaterais acessórios;
- se ainda não estende: ligamentos colaterais (porção volar / liberação parcial), com cuidado para não desestabilizar a articulação;
- avaliar a pele e os tendões flexores (aderências: tenólise).
A banca considerou que, após liberar a placa volar e incisar a cápsula, a próxima estrutura são os ligamentos colaterais (que, encurtados, mantêm a articulação em flexão).
Pós-operatório
Mobilização imediata, órteses de extensão (estáticas progressivas ou dinâmicas). Os ganhos são modestos (em geral 20 a 40 graus), e a recidiva parcial é comum. Contraturas antigas com alterações articulares respondem mal: artrodese ou artroplastia são alternativas.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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