Na lesão aguda do ligamento colateral ulnar da articulação metacarpofalangeana do polegar, a lesão de Stener é definida pela interposição da seguinte estrutura:
- músculo lumbrical.
- músculo primeiro interósseo dorsal.
- aponeurose do adutor do polegar.
- aponeurose do abdutor do polegar.
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Conceito-chave
Stener é a interposição da aponeurose do adutor no trajeto de cicatrização do LCU rompido. O ligamento colateral ulnar (LCU) da metacarpofalângica do polegar resiste ao desvio radial durante pinça e preensão. Na ruptura completa, mais comumente distal, o coto pode deslocar-se superficialmente à aponeurose do adutor, que normalmente cobre o ligamento.
A aponeurose passa a separar o ligamento de sua inserção na base da falange proximal. Essa barreira impede a cicatrização por simples imobilização. Portanto, Stener não é sinônimo de dor no lado ulnar nem de qualquer entorse: é uma relação anatômica específica após ruptura completa.
O exame em 30° a 40° de flexão da MCF testa o colateral próprio e avalia o ponto final, enquanto imagem pode ajudar a procurar a interposição. A ausência de ponto final firme sugere ruptura completa, mas não identifica sozinha a aponeurose interposta. Separar esses dois diagnósticos ajuda a entender o planejamento do tratamento.
Leia “O que é a lesão de Stener”, na seção do LCU do polegar do resumo do Rockwood & Green, 10ª edição, capítulo 45, na Biblioteca.
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