A enfermidade de Dupuytren, que acomete a aponeurose palmar, levando à retração dos dedos e a diferentes graus de comprometimento,
- é rara em asiáticos e negros.
- acomete mulheres e homens na mesma proporção.
- tem o melhor prognóstico de tratamento associado ao início mais precoce da doença.
- é comumente associada à osteoartrite primária.
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Conceito-chave
A doença de Dupuytren tem epidemiologia bem característica: predomina em homens brancos de ascendência do norte da Europa e é rara em asiáticos e negros.
Epidemiologia
- prevalência alta na Escandinávia, Reino Unido, Irlanda, Austrália; daí o apelido de "doença dos vikings";
- rara em populações africanas e asiáticas (embora existam casos e estudos recentes mostrem prevalência maior do que se pensava em algumas regiões da Ásia);
- homens mais que mulheres (cerca de 3 a 9 para 1, conforme a idade); nas mulheres, começa mais tarde e é mais branda;
- aumenta com a idade (pico após os 50 anos).
Prognóstico e diátese
O início precoce (antes dos 50 anos) é um dos componentes da diátese (Hueston): indica doença mais agressiva, com pior prognóstico e maior recidiva. Os outros componentes: história familiar, bilateralidade, coxins de Garrod, Ledderhose, Peyronie.
Associações
Diabetes, tabagismo, álcool, epilepsia, dislipidemia, HIV. A artrose primária não é associação descrita. A artrite reumatoide tem associação inversa.
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