A técnica de reconstrução tendinosa após ruptura, no paciente com artrite reumatóide demonstrada na imagem a seguir na figura B foi descrita por

- FRIDEN.
- ZAPICO.
- LARSSEN.
- NALEBUFF.
- SWANSON.
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Conceito-chave
Na artrite reumatoide, as rupturas dos extensores são reconstruídas com suturas que unem o coto distal a um tendão vizinho íntegro ou com transferências. A forma de unir os tendões mudou com os estudos biomecânicos.
A imagem compara duas junções:
- (A) o entrelaçamento de Pulvertaft, que passa um tendão várias vezes através do outro;
- (B) a sutura lado a lado (side-to-side) descrita por Fridén, em que os tendões são sobrepostos longitudinalmente e suturados com pontos contínuos ou separados ao longo de toda a borda.
Por que a técnica de Fridén ganhou espaço: estudos biomecânicos mostraram que a sutura lado a lado é mais resistente e mais rígida que o Pulvertaft, com menos volume na junção. Isso permite mobilização ativa imediata após transferências e reconstruções, com menos aderência e recuperação mais rápida.
Opções de reconstrução na ruptura dos extensores na AR:
- um tendão rompido: sutura lado a lado ao extensor vizinho;
- dois tendões: sutura lado a lado + transferência do extensor próprio do indicador;
- três ou mais: transferência do flexor superficial (do médio ou anular) através da membrana interóssea ou ao redor do rádio.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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