A técnica cirúrgica descrita na figura abaixo para o tratamento da artrite sintomática após fratura-luxação carpometacarpiana corresponde ao procedimento de

- GREEN.
- DUBERT.
- JUPITER.
- GILBERT.
- WECKESSER.
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Conceito-chave
As fraturas-luxações carpometacarpais (principalmente do 4º e 5º raios) podem evoluir com artrose dolorosa. A articulação entre o 5º metacarpo e o hamato tem mobilidade importante (cerca de 15 a 30 graus), que contribui para o fechamento da mão e o arqueamento palmar.
Opções para a artrose carpometacarpal pós-traumática do 5º raio:
- artrodese carpometacarpal (com perda da mobilidade do arco palmar);
- artroplastia de ressecção com interposição ou suspensão;
- a técnica descrita na figura, atribuída pela banca a Dubert, em que a base do 5º metacarpo é estabilizada ao 4º metacarpo com parafusos após a ressecção da articulação doente, mantendo o comprimento do raio e evitando o contato doloroso com o hamato.
Fraturas-luxações carpometacarpais, em uma linha: frequentemente subdiagnosticadas na radiografia PA; a incidência oblíqua de 30 graus em pronação (para o 5º raio) ou a tomografia esclarecem. A fratura-luxação da base do 5º é chamada de "Bennett reverso" (tração do extensor ulnar do carpo).
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