O maior risco da falha do reparo cirúrgico da fibrocartilagem triangular da instabilidade radioulnar distal de origem traumática está associada à fosseta sigmóidea da forma
- plana.
- em”C”.
- em “S”
- em “L”.
- rampa de ski.
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Conceito-chave
A estabilidade da radioulnar distal depende de partes moles (CFCT, ligamentos radioulnares) e da forma óssea da fosseta sigmoide do rádio.
Classificação de Tolat da forma da fossa sigmoide (cortes axiais):
| Forma | Característica | Estabilidade óssea |
|---|---|---|
| Plana (flat face) | Sem concavidade | A menor: depende só das partes moles |
| Em C | Côncava, com bordas | Boa |
| Rampa de esqui | Côncava com borda volar e dorsal pouco evidente | Intermediária |
| Em S | Ondulada | Intermediária |
Implicação: em uma fossa plana, o reparo do CFCT carrega toda a responsabilidade pela estabilidade, e falha mais. Nesses casos, alguns autores associam procedimentos ósseos (osteoplastia da borda da fossa sigmoide, como a técnica de Wallwork e Bain) ou preferem a reconstrução ligamentar anatômica (Adams).
Na avaliação da instabilidade radioulnar distal, a tomografia axial comparativa em pronação e supinação ajuda a ver a subluxação e a forma da fossa.
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