O tratamento cirúrgico da tetraplegia com o objetivo de restabelecer ganho seguindo a ordem da hierarquia funcional da mão é respectivamente a
- flexão do punho, a pinça lateral, a força de preensão e abertura de dedos.
- flexão do punho, a força de preensão, pinça lateral e fechamento de dedos.
- extensão do punho , força de preensão, pinça lateral e fechamento de dedos.
- extensão do punho, a pinça lateral, a força de preensão e abertura de dedos.
- estabilização em neutro do punho, fechamento e abertura dos dedos e força de pinça.
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Conceito-chave
A cirurgia da mão na tetraplegia segue uma hierarquia funcional, porque cada ganho depende do anterior. As prioridades clássicas (Moberg, Zancolli, House) são:
- extensão do cotovelo (deltoide posterior ou bíceps para o tríceps), para alcançar objetos acima da cabeça e estabilizar o braço;
- extensão do punho (braquiorradial para o extensor radial curto do carpo), que permite a preensão por tenodese;
- pinça lateral (key pinch), por exemplo braquiorradial ou extensor radial longo para o flexor longo do polegar, mais artrodese da IF do polegar (operação de Moberg);
- preensão (força de fechamento dos dedos), extensor radial longo para os flexores profundos;
- abertura dos dedos (soltar o objeto).
Classificação internacional (ICSHT): grupos 0 a 9 conforme o número de músculos com força M4 ou mais abaixo do cotovelo. Ela diz quais doadores existem e, portanto, até que ponto da hierarquia é possível chegar.
Hoje, as transferências nervosas (por exemplo, supinador para o interósseo posterior, braquial para o interósseo anterior) complementam as tendinosas e podem ser feitas mais cedo.
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