A fusão óssea congênita mais comum do carpo é entre os ossos
- escafo-trapezoide.
- escafo-semilunar.
- semiluno-capitato.
- capitato-hamato.
- semiluno-piramidal.
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Conceito-chave
O que é a coalizão do carpo. É a fusão congênita entre dois ou mais ossos do carpo, resultado da falha de separação (cavitação) da cartilagem primitiva durante a vida embrionária, por volta da 4ª a 8ª semana. Pode ser óssea (sinostose) ou fibrocartilaginosa. A frequência é de cerca de 0,1% na população em geral, bem maior em pessoas de ascendência africana.
As mais comuns.
- Semilunopiramidal: de longe a mais frequente.
- Capitato-hamato: a segunda.
- Outras raras (escafotrapezial, pisiforme-hamato).
A regra geral. As coalizões isoladas costumam ocorrer dentro da mesma fileira do carpo (como semilunar e piramidal, ambos da fileira proximal) e geralmente são assintomáticas. As coalizões que envolvem várias fileiras ou muitos ossos tendem a fazer parte de síndromes (Holt-Oram, Ellis-van Creveld, Apert, artrogripose).
A classificação de Minnaar para a coalizão semilunopiramidal:
| Tipo | Descrição |
|---|---|
| I | Fusão incompleta, com uma fenda (pseudartrose) |
| II | Fusão incompleta, com sulco proximal |
| III | Fusão completa |
| IV | Fusão completa associada a outras anomalias do carpo |
Importância clínica.
- Geralmente é achado incidental na radiografia.
- O tipo I, com fenda fibrocartilaginosa, pode ser doloroso (como uma pseudartrose), às vezes tratado com artrodese.
- Não confundir com artrodese cirúrgica ou fusão pós-inflamatória (artrite reumatoide, artrite juvenil), que costumam envolver vários ossos.
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