Em relação aos estágios da Instabilidade escafossemilunar descrita por GARGIAELIAS , a dissociação escafossemilunar com subluxação rotatória do escafóide redutível e cartilagem integra corresponde ao estágio :
- II.
- III.
- IV.
- V.
- VI.
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Conceito-chave
A questão já descreve o ponto decisivo do estágio IV de Garcia-Elias: existe desalinhamento rotatório do escafoide, mas ele ainda pode ser reduzido e a cartilagem permanece íntegra. Nesse estágio, o ligamento é irreparável, e a estabilidade pode ser reconstruída com enxerto.
A classificação organiza perguntas diferentes: o tecido permite reparo? O escafoide está alinhado? A deformidade reduz? Há cartilagem preservada? No II há ruptura completa reparável. No III, o ligamento é irreparável, porém ainda não há desalinhamento. No IV surge a deformidade redutível. Não basta chamar todas essas situações de lesão crônica e escolher o mesmo tratamento.
O resumo apresenta uma ressalva de numeração: a tabela de tratamento tem seis estágios, enquanto outra tabela separa translação ulnar e usa sete. Os quatro primeiros mantêm o encaixe da questão. As opções V e VI são discutidas abaixo conforme o algoritmo de tratamento de seis estágios, explicitando a diferença. Fonte: conteúdo consultado no resumo do Rockwood and Green, 10ª edição, capítulo 44, seção Dissociação escafossemilunar.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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