A técnica de escolha para a sutura tendinosa flexora quando os cotos da lesão apresentam diâmetro diferente é :
- BUNNELL.
- KESSLER MODIFICADO.
- TAJIMA.
- KLEINERT.
- PULVERTAFT.
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Conceito-chave
A sutura de Pulvertaft é o entrelaçamento de um tendão através de outro (weave). O tendão menor passa por fendas abertas no maior, várias vezes, em ângulos diferentes, e cada passagem é fixada com pontos. A ponta do tendão maior é então dobrada como uma boca de peixe (fish-mouth) sobre a junção.
Quando usar: quando os cotos têm diâmetros diferentes, como em transferências tendinosas e enxertos (junção do enxerto com o tendão motor na palma ou no antebraço). É uma sutura muito resistente, que permite mobilização precoce.
Não é usada em zona II: o volume da junção não passa pelas polias.
Suturas para reparo primário (cotos de mesmo calibre):
| Técnica | Característica |
|---|---|
| Kessler modificado | 2 passadas (clássico); hoje se prefere ampliar para 4 ou 6 passadas |
| Strickland, cruciada (Adelaide), Tang | 4 a 6 passadas, mais resistentes |
| Bunnell | Antiga, em zigue-zague, isquemiante; abandonada no reparo primário |
| Tajima | Variante do Kessler com nós dentro do foco |
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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