Qual é a melhor opção inicial de fixação para uma fratura exposta tipo IIIC com lesão vascular associada?
- Placa de reconstrução com parafusos.
- Fixador externo temporário para estabilização e reparo vascular.
- Haste intramedular como tratamento definitivo imediato.
- Estabilização provisória com gesso.
- Tratamento conservador sem fixação inicial.
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Conceito-chave
Classificação de Gustilo e Anderson (com a modificação de 1984):
| Tipo | Ferida | Características |
|---|---|---|
| I | Menor que 1 cm | Limpa, baixa energia |
| II | 1 a 10 cm | Lesão de partes moles moderada |
| IIIA | Geralmente maior que 10 cm | Alta energia, mas cobertura adequada de partes moles |
| IIIB | Perda de partes moles com exposição óssea, precisa de retalho | |
| IIIC | Lesão arterial que exige reparo |
Sequência no IIIC (membro em risco):
- controle da hemorragia e reanimação;
- shunt vascular temporário quando o tempo de isquemia é longo, para reperfundir antes de fixar;
- estabilização esquelética rápida, geralmente com fixador externo, que dá comprimento e proteção ao reparo vascular;
- reparo vascular definitivo (frequentemente com enxerto de veia);
- fasciotomia profilática após isquemia prolongada;
- desbridamento extenso e antibioticoterapia precoce (idealmente na primeira hora).
A fixação definitiva vem depois, quando o paciente e as partes moles permitem (controle de danos ortopédico).
Antibiótico (orientação clássica): I e II, cefalosporina de primeira geração; III, acrescentar cobertura para gram-negativos; contaminação de solo ou fazenda, cobrir anaeróbios.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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