Qual é a tríade clássica de sinais clínicos observados na síndrome de Horner?
- Ptose, midríase e enoftalmia.
- Ptose, miose e anidrose.
- Ptose, miose e diplopia.
- Miose, anisocoria e anidrose.
- Anisocoria, enoftalmia e ptose.
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Conceito-chave
A tríade da síndrome de Horner é ptose, miose e anidrose, do mesmo lado da lesão da via simpática. A enoftalmia aparente às vezes é citada como quarto sinal.
A via tem três neurônios:
- hipotálamo até a medula torácica alta (centro cilioespinhal de Budge, C8 a T2);
- pré-ganglionar: sai pela raiz de T1, passa sobre o ápice pulmonar e chega ao gânglio cervical superior;
- pós-ganglionar: acompanha a carótida interna até o olho.
Na cirurgia da mão: o Horner no trauma do plexo braquial indica avulsão pré-ganglionar da raiz de T1 (e geralmente C8), com mau prognóstico para recuperação espontânea da mão. Outras causas a lembrar: tumor de Pancoast (ápice pulmonar), dissecção da carótida e bloqueios anestésicos do plexo (interescalênico), em que o Horner é transitório e esperado.
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