A complicação mais comum do tratamento das fraturas da extremidade distal do rádio associada à fixação é:
- Artrose precoce e rigidez.
- Síndrome compartimental do antebraço.
- Síndrome do túnel do carpo.
- Tenossinovites dos flexores ou extensores dos dedos e do polegar.
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Conceito-chave
Com a popularização das placas volares bloqueadas, a irritação tendínea passou a ser a complicação mais citada da fixação do rádio distal.
Tendões em risco:
- flexor longo do polegar: placa colocada distal à linha divisória (watershed line) ou proeminente na borda volar. A classificação de Soong gradua o risco pela posição da placa na radiografia de perfil (grau 0: atrás da linha da borda volar; grau 1: além da linha, mas proximal à borda; grau 2: sobre ou além da borda volar). Grau 2 tem maior risco de ruptura;
- extensor longo do polegar e extensores do 2º compartimento: parafusos longos demais saindo dorsalmente. A radiografia de horizonte dorsal (dorsal tangential view) ajuda a detectar.
Lembrete de prova: a ruptura do extensor longo do polegar também ocorre após fraturas pouco desviadas tratadas com gesso, por isquemia no tubérculo de Lister, geralmente semanas depois do trauma.
A síndrome do túnel do carpo aguda e a SDCR existem, mas são menos frequentes do que os problemas tendíneos na casuística das fixações.
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