Na doença de DUPUYTREN com presença de fatores de prognóstico ruim, o tratamento com menor recorrência é a
- fasciotomia percutânea.
- fasciectomia parcial.
- fasciectomia total.
- fasciectomia com enxerto de pele.
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Conceito-chave
Doença de Dupuytren e o risco de recidiva. É uma fibromatose da fáscia palmar, com formação de nódulos e cordas que levam à contratura em flexão das metacarpofalângicas e interfalângicas proximais, principalmente do anular e do mínimo.
Diátese de Dupuytren (fatores de mau prognóstico). Hueston descreveu, e Hindocha e colaboradores atualizaram, fatores que indicam doença mais agressiva e maior risco de recidiva:
- Início em idade jovem (antes dos 50 anos).
- História familiar positiva.
- Doença bilateral.
- Acometimento do lado radial da mão.
- Ectopias: nódulos no dorso das interfalângicas (Garrod), fibromatose plantar (Ledderhose), doença de Peyronie.
- Sexo masculino, etnia nórdica.
Opções de tratamento e recidiva.
| Técnica | Invasividade | Recidiva |
|---|---|---|
| Fasciotomia percutânea com agulha | Mínima | Alta |
| Colagenase injetável | Mínima | Moderada a alta |
| Fasciectomia limitada (parcial) | Moderada | Moderada |
| Fasciectomia total (radical) | Maior, mais complicações | Não reduz muito a recidiva e é pouco usada |
| Dermofasciectomia com enxerto de pele | Maior | A mais baixa |
Dermofasciectomia. Ressecção da corda e da pele sobrejacente, com cobertura por enxerto de pele total. A pele enxertada funciona como uma barreira que reduz a recidiva naquela área. É indicada em pacientes com diátese, recidivas ou pele muito infiltrada pela doença.
Indicação geral de tratamento. Teste de Hueston positivo (não consegue apoiar a mão espalmada na mesa), contratura da metacarpofalângica acima de cerca de 30 graus ou qualquer contratura da interfalângica proximal.
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