Na artrose decorrente de fratura-luxação da base do V metacarpal, o tratamento recomendado é a
- tenotomia do extensor ulnar do carpo.
- ressecção do hâmulo do hamato.
- ressecção da base do V metacarpal.
- artrodese carpometacarpal.
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Conceito-chave
A artrose dolorosa após fratura-luxação da CMC do quinto metacarpo pode exigir artrodese como salvamento. A carpometacarpal (CMC) do mínimo participa da adaptação da mão à preensão. Uma fratura-luxação pode deixar incongruência e degrau articular; o desgaste pós-traumático resultante provoca dor, sobretudo ao segurar objetos com força.
Na fase aguda, o objetivo é reduzir e estabilizar a articulação. Quando já existe artrose estabelecida, reduzir uma fratura ou soltar um tendão não remove o conflito entre superfícies degeneradas. A artrodese elimina o movimento da articulação doente e busca proporcionar uma base estável e menos dolorosa. A indicação de salvamento depende dos sintomas e da avaliação clínica, não apenas da presença radiográfica de artrose.
O resumo do Rockwood & Green, 10ª edição, capítulo 45, apresenta também a técnica de Dubert para o quinto metacarpo: ressecar sua base e fundir a metáfise ao quarto metacarpo. É importante não confundir essa reconstrução com ressecção isolada da base. A fusão intermetacarpal é parte decisiva da técnica descrita.
Leia “Carpometacarpais dos dedos e o reverse Bennett” no resumo da Biblioteca para diferenciar tratamento da fratura aguda e salvamento da artrose.
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