A bossa carpometacarpal é relacionada com a inserção do tendão do
- abdutor longo do polegar.
- extensor radial curto do carpo.
- extensor ulnar do carpo.
- flexor ulnar do carpo.
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Conceito-chave
Bossa carpometacarpal. É uma proeminência óssea dorsal na base do segundo e do terceiro metacarpais, junto ao capitato e ao trapezoide. Pode ser um osteófito degenerativo da articulação carpometacarpal, ou um ossículo acessório (os styloideum) fundido ou não. Aparece entre 20 e 40 anos e é frequentemente confundida com cisto sinovial.
Relação com os extensores radiais. A bossa fica exatamente na região de inserção do extensor radial curto do carpo (base do terceiro metacarpal) e próxima à do extensor radial longo do carpo (base do segundo). O tendão do curto pode deslizar sobre a proeminência, causando dor, estalido e, às vezes, bursite associada.
Quadro clínico e diagnóstico.
- Massa dorsal dura, fixa, na base do segundo e terceiro metacarpais, mais evidente com o punho fletido.
- Dor com a extensão resistida do punho ou com o uso.
- Radiografia em perfil com o punho em supinação e desvio ulnar (incidência da bossa) mostra a proeminência.
Diferenciais.
| Diagnóstico | Diferença |
|---|---|
| Cisto sinovial dorsal | Mole, transiluminável, mais proximal (escafossemilunar) |
| Tenossinovite dos extensores | Dor ao longo do tendão, crepitação |
| Bossa carpometacarpal | Dura, óssea, na base do segundo e terceiro metacarpais |
Tratamento. Assintomática, nada. Sintomática: repouso, órtese e infiltração. Na falha, ressecção da proeminência até osso normal, incluindo a superfície articular doente, com cuidado para não desinserir o extensor radial curto; recidiva e instabilidade são possíveis, e alguns autores preferem a artrodese carpometacarpal nas formas recidivadas (Fusi, Watson e Cuono).
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