Na reparação tendinosa da mão, o método mais bem indicado para sutura de tendões flexores de diâmetros diferentes é o de
- BUNNELL.
- KLEINNERT.
- PULVERTAFT.
- TAJIMA.
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Conceito-chave
Suturas tendíneas e a união de tendões de calibres diferentes. Os tendões flexores são reparados de duas maneiras: término-terminal, quando os cotos têm calibre semelhante (lesão aguda), e por entrelaçamento, quando se unem tendões de diâmetros diferentes (enxertos e transferências).
Sutura de Pulvertaft. O tendão mais fino é passado através de fendas sucessivas feitas no tendão mais grosso, em planos perpendiculares (geralmente três passagens), e fixado com pontos em cada passagem; a ponta do tendão grosso pode ser moldada em "boca de peixe" para cobrir a junção. Vantagens:
- Grande resistência, maior que a das suturas término-terminais, permitindo mobilização precoce.
- Acomoda diferenças de calibre, pois o tendão fino é envolvido pelo grosso.
- Permite ajustar a tensão antes da fixação definitiva.
A desvantagem é o volume da junção, que não deve ficar dentro da bainha digital (polias); por isso é usada no antebraço, na palma ou no punho, como na junção proximal de enxertos tendíneos (descrita por Pulvertaft) e nas transferências.
Técnicas término-terminais.
| Técnica | Característica |
|---|---|
| Bunnell | Sutura em cruz (zigue-zague), histórica, com fio de aço removível |
| Kessler e Tajima | Ponto de preensão em quadrado; Tajima usa dois fios, um em cada coto |
| Strickland, Cruciate e outras de múltiplos fios | Mais passadas pelo foco, mais resistência para mobilização ativa |
Princípio moderno do reparo primário. A resistência depende sobretudo do número de fios que cruzam o foco (4 a 6), complementado por sutura epitendínea contínua, permitindo protocolos de mobilização precoce.
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