Na reconstrução dos tendões flexores dos dedos da mão, o tendão preferencial para ser utilizado como enxerto é
- palmar longo.
- plantar delgado.
- extensor longo dos dedos.
- extensor comum dos dedos.
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Conceito-chave
Na reconstrução dos tendões flexores em dois tempos, ou no enxerto primário, o enxerto ideal precisa ter o calibre e o comprimento certos, ser fácil de colher e poder ser dispensado sem prejuízo.
O palmar longo é o preferido: fica no mesmo campo cirúrgico (o antebraço), tem calibre parecido com o do flexor do dedo, comprimento suficiente (cerca de 10 a 15 cm) e não faz falta. O problema é que está ausente em cerca de 15% das pessoas, de um ou dos dois lados, por isso se testa antes.
Os testes de presença: o clássico é a oposição do polegar ao mínimo com o punho fletido contra resistência (Schaeffer); outros são os de Thompson e de Mishra.
As alternativas, quando falta o palmar longo ou é preciso enxerto mais longo:
plantar delgado: longo, mas exige outro campo (a perna) e também pode faltar;
extensores longos dos dedos do pé: úteis para vários enxertos, em outro campo;
flexor superficial ou extensores próprios da mão, em situações específicas.
O que não se usa: tendões que estão funcionando, como o extensor comum dos dedos da mão; tirar um deles troca um déficit por outro.
Referência cirúrgica: no punho, o mediano fica logo abaixo e radial ao palmar longo, e corre risco na coleta.
Na prova: enxerto preferencial para tendão flexor = palmar longo.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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