Após a cirurgia de desarticulação do punho, com preservação da articulação radioulnar distal, os movimentos de pronação e supinação transmitidos para a prótese são de
- 95%.
- 80%.
- 65%.
- 50%.
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Conceito-chave
A desarticulação do punho retira o carpo e a mão, mas preserva o rádio e a ulna inteiros, com a articulação radioulnar distal.
As vantagens:
pronossupinação preservada: o coto gira, e parte desse giro passa para a prótese;
alavanca longa e as estiloides do rádio e da ulna, que ajudam a segurar o encaixe (suspensão).
As desvantagens: o coto é longo, então a prótese fica mais comprida que o outro lado e sobra pouco espaço para componentes mioelétricos; a estética é pior.
Quanto da rotação chega à prótese: mesmo com a radioulnar distal intacta, parte do giro se perde na interface entre o coto e o encaixe (pele, subcutâneo e folga). Na desarticulação do punho, a prótese recebe cerca de 50% do arco de pronação e supinação. Nas amputações transradiais, a transmissão cai: no transradial longo fica bem abaixo da metade, e no curto praticamente desaparece.
Na prova: desarticulação do punho = cerca de 50% da pronossupinação transmitida à prótese.
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