Na paralisia obstétrica, o tipo II da classificação de NARAKAS apresenta lesão
- completa do plexo braquial.
- das raízes C5 e C6.
- das raízes C5, C6 e C7.
- das raízes inferiores do plexo braquial.
Ver gabarito e conceito-chave
Conceito-chave
A classificação de Narakas separa a paralisia obstétrica do plexo braquial pelas raízes envolvidas, e o grupo prevê a chance de recuperação espontânea:
grupo I: C5 e C6 (Erb clássico): ombro e flexão do cotovelo fracos; recuperação completa em cerca de 90%, muitas vezes nas primeiras semanas;
grupo II: C5, C6 e C7: o mesmo quadro de Erb, com punho e dedos caídos pela perda de C7; recuperação mais lenta e muitas vezes incompleta (cerca de 65%);
grupo III: C5 a T1, lesão completa sem Horner: mão flácida, pouca recuperação;
grupo IV: C5 a T1 com Horner: a pior; sugere avulsão pré-ganglionar.
Os marcos de acompanhamento: o bíceps contra a gravidade até os 3 meses (Gilbert e Tassin); se não volta, considera-se cirurgia. O teste do biscoito (levar o biscoito à boca aos 9 meses) e a escala de Toronto também ajudam a decidir.
A paralisia de Klumpke isolada (C8-T1) é rara ao nascimento e não é um grupo de Narakas.
Na prova: Narakas II = C5, C6 e C7.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
Ver o comentário completo