Na doença de DUPUYTREN, a fasciotomia subcutânea apresenta melhor resultado quando indicada na fase
- hiperplásica.
- proliferativa.
- involutiva.
- residual.
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Conceito-chave
Na doença de Dupuytren, a fáscia doente passa por três fases histológicas, descritas por Luck:
proliferativa: muitos fibroblastos e miofibroblastos formando nódulos; colágeno tipo III alto e desorganizado;
involutiva: os miofibroblastos se alinham na direção da tração, e a contratura aumenta;
residual: tecido acelular, pouco vascularizado; é a corda madura, bem definida, com colágeno parecido com o da fáscia normal.
A regra prática: a doença ativa (nódulos) recidiva mais depois de qualquer tratamento. Por isso, os procedimentos funcionam melhor na fase residual.
A fasciotomia subcutânea (percutânea, por agulha): a agulha corta a corda em vários pontos sem abrir a pele. Funciona melhor quando a corda é madura, bem definida e palpável (fase residual), sobretudo na metacarpofalângica, com corda pré-tendínea. É boa para idosos e pessoas com comorbidades. A recidiva a longo prazo é maior que a da fasciectomia.
Lembrete: não existe fase "hiperplásica" na classificação de Luck.
Na prova: fasciotomia subcutânea = melhor na fase residual.
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