Na sindactilia da síndrome de APERT, o primeiro procedimento indicado é a
- abertura da primeira comissura.
- policização do indicador.
- amputação do terceiro dedo.
- ressecção do dedo medial.
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Conceito-chave
Na síndrome de Apert (mutação do FGFR2), a mão tem sindactilia complexa: os dedos estão fundidos por pele e muitas vezes por osso, com unhas compartilhadas. A classificação de Upton vai da mão em pá (I), passando pela mão em colher (II, a mais comum), até a mão em botão de rosa (III, com o polegar também fundido).
A prioridade é a pinça: sem um polegar livre, a mão não pega nada. Por isso, o primeiro procedimento é a abertura da 1ª comissura, soltando o polegar (com retalhos e enxerto de pele). Junto, costuma-se liberar o 4º espaço, nas bordas da mão.
A sequência: depois das bordas, liberam-se os espaços centrais, em vários tempos, até por volta de 3 a 4 anos. A regra é nunca liberar os dois lados de um mesmo dedo no mesmo tempo, para não comprometer a irrigação.
O que não é o primeiro passo: o polegar existe, só está preso, então a policização não faz sentido; e amputar ou ressecar um dedo central é medida de exceção, em mãos com dedos demais fundidos para separar com segurança, nunca a primeira cirurgia.
Na prova: primeiro procedimento na mão de Apert = abrir a 1ª comissura.
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