A articulação mais acometida nos processos de osteoartrose do polegar é a
- interfalângica.
- intermetacarpal.
- carpometacarpal.
- metacarpofalângica.
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Conceito-chave
No polegar, a artrose mais comum é de longe a da carpometacarpal (trapeziometacarpal), chamada rizartrose.
Por que ela: é uma articulação em sela, sem congruência óssea, mantida quase só pelos ligamentos. Na pinça, a força na base pode passar de 10 vezes a força aplicada na ponta. Com o tempo, o ligamento oblíquo anterior afrouxa, a base subluxa para dorsal, e a cartilagem se desgasta.
O perfil: mulheres depois dos 50 anos. A dor fica na base do polegar e piora ao abrir potes e girar chaves. O teste de moagem (grind), com compressão axial e rotação, provoca dor e crepitação.
O tratamento segue Eaton-Littler: órtese e infiltração no início; reconstrução ligamentar ou osteotomia do 1º metacarpo na fase sem artrose; trapezectomia (com ou sem LRTI), artrodese ou prótese nos estágios avançados.
As outras articulações do polegar: a metacarpofalângica adoece mais por trauma ou como hiperextensão compensatória da rizartrose avançada; a interfalângica adoece pouco; a intermetacarpal (entre as bases do 1º e do 2º metacarpos) não é sede habitual de artrose.
Na prova: artrose mais comum do polegar = carpometacarpal.
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