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Questão de Retalhos e cobertura cutânea (TARO 2012)

Mão e punhoRetalhos e cobertura cutâneaTARO 2012

O retalho pediculado tênar para cobertura de amputação da extremidade distal do dedo anular tem como principal complicação a contratura em

  1. flexão da interfalângica distal.
  2. flexão da metacarpofalângica.
  3. extensão da interfalângica distal.
  4. flexão da interfalângica proximal.
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Gabarito: D · flexão da interfalângica proximal.

Conceito-chave

O retalho tenar usa a pele da eminência tenar para cobrir a polpa de um dedo longo (indicador, médio ou anelar). O dedo é dobrado até encostar a ponta na palma e fica preso ali por 2 a 3 semanas, até o pedículo ser seccionado.

A vantagem: pele de textura e cor parecidas com a da polpa, e área doadora escondida.

O problema: durante essas semanas, a interfalangiana proximal fica mantida em flexão forçada. A principal complicação é a contratura em flexão da IFP. A distal fica relativamente livre, e a metacarpofalângica recupera bem.

Como reduzir o risco:

reservar o retalho para pessoas jovens (crianças, mulheres jovens), que toleram bem a imobilização;

evitar em idosos e em quem já tem rigidez ou artrite;

desenhar o retalho mais proximal na eminência tenar, para o dedo precisar dobrar menos;

começar a reabilitação logo depois de soltar o pedículo.

A alternativa: o cross-finger, que leva a pele do dorso do dedo vizinho, também imobiliza dois dedos e tem as mesmas restrições em idosos.

Na prova: complicação do retalho tenar = contratura em flexão da IFP.

Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.

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