As fraturas de Jersey devem ser tratadas com
- reinserção do flexor profundo do dedo.
- tala em hiperextensão da interfalangiana distal de 15 graus por 4 a 6 semanas.
- remoção da matrix germinativa interposta e fixação do descolamento epifisário com fio de Kirschner.
- tala em hiperextensão da interfalangiana distal de 30 graus por 4 a 6 semanas.
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Conceito-chave
Jersey finger é a avulsão do flexor profundo da base volar da falange distal. O mecanismo é uma força que estende passivamente a interfalângica distal (IFD) enquanto o paciente tenta mantê-la fletida, como ao segurar a camisa de um adversário. O anular é o dedo mais acometido, e o achado funcional é a incapacidade de fletir ativamente a IFD.
Pode haver fragmento ósseo associado. Fragmentos grandes tendem a limitar a retração, enquanto fragmentos pequenos ou separação entre osso e tendão podem permitir que o tendão recue pela bainha até a IFP ou a palma. A posição do coto e a condição do fragmento definem a estratégia de reparo.
O resumo do Rockwood & Green, 10ª edição, capítulo 45, recomenda reinserir o flexor profundo, com sutura transóssea e botão, âncora ou fixação do fragmento quando apropriado. Quando o tendão retrai, o tratamento é urgente, de preferência em até duas semanas. Uma tala em hiperextensão da IFD não restaura a inserção flexora avulsionada.
Leia “Jersey finger: avulsão do flexor profundo”, no resumo “Fraturas e luxações da mão”. Compare esse mecanismo com martelo ósseo, na base dorsal, e Seymour, com interposição do leito ungueal.
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