O tipo de deformidade de Apert na mão que apresenta sindactilia complexa completa do primeiro espaço, além de possível sinostose entre o quarto e quinto metacarpo, é a do tipo
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Conceito-chave
A mão na síndrome de Apert combina sindactilia e alterações ósseas. Não basta contar os dedos unidos. Importam a participação do polegar, a abertura do primeiro espaço, a fusão de falanges e a organização dos metacarpos, porque essas estruturas determinam se haverá pinça e como separá-las.
A classificação de Upton organiza padrões progressivamente mais complexos:
| Tipo | Organização geral |
|---|---|
| I | Polegar relativamente separado; união predominante dos dedos centrais |
| II | Maior participação do primeiro espaço, com polegar unido ao bloco |
| III | Sindactilia complexa envolvendo todos os raios, com primeiro espaço fechado e possíveis sinostoses metacarpais |
O enunciado descreve sindactilia complexa completa do primeiro espaço e possível sinostose do quarto com o quinto metacarpo. Esses achados correspondem ao tipo III, a forma mais complexa do esquema. “Complexa” significa que há componente ósseo, além da união cutânea; “completa” indica extensão até a ponta dos dedos envolvidos.
O primeiro espaço é funcionalmente decisivo: sem sua abertura, o polegar não se afasta do indicador para envolver objetos e opor-se aos dedos. Por isso, a reconstrução visa uma mão capaz de segurar e pinçar, não somente cinco dedos visualmente separados.
A separação também precisa respeitar vascularização e quantidade de pele. Liberar lados adjacentes do mesmo dedo indiscriminadamente pode comprometer perfusão. Sinostoses e anatomia neurovascular anômala exigem planejamento em etapas. O tipo classifica a dificuldade; não substitui a análise individual das radiografias e de cada espaço.
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